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INTEGRANTES


MARISTELA MORAES DE ALMEIDA – Coordenadora

Exploro fronteiras atenta aos sentidos, guiada pelo farol situado no estado pré-reflexivo.

Esta luz, só percebida na imersão do aprender-fazendo, tem me aproximado de pessoas que como eu, estão interessadas em desvelar sutilezas fundadoras da nossa relação com o meio.

Venho do extremo Sul do Brasil, lá onde o Minuano gelado varre os Pampas, onde o sol é mais dourado e as sombras são longas. As estações são bem marcadas e as tempestades, repentinas.

Região em que as fronteiras oscilaram e a alma se reconhece acima de tudo ligada a terra. Onde a língua transita entre o português, o espanhol e termos indígenas. Lugar onde há resquícios de nomadismo, onde as longas distancias eram percorridas cavalgando, e a noção de lar é mais existencial do que material. O cruzamento destas condições imprimiu a nós um certo ritmo e visão de mundo. De lá partimos sem medo, sempre rumo ao Norte, mas onde quer que estejamos,  o coração jamais deixa de ser Gaúcho.

Cursei Arquitetura e Urbanismo e trabalhei com projetos públicos e privados no Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina fiz Mestrado e Doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina, onde estou até hoje. No Departamento de Arquitetura e Urbanismo, sou responsável por atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Estive neste caminho ecopoético desde a primeira vez em que ouvi falar em arquitetura orgânica, ecologia e bioarquitetura. Na época, iniciava o curso de arquitetura e urbanismo, e  dali em diante estaria aliada aos arquitetos atentos aos nossos vínculos sagrados naturais.

Orientar alunos em seus projetos e estudos para encontrarem seu caminho e formas próprias de expressão na arquitetura tem sido o meio de transmitir e produzir sensivelmente o conhecimento que venho recolhendo e processando. Nos registros que eles fazem sobre e com papel encontro graça e energia para continuar, convicta de que aquele farol nos guia..


BIBIANA BERETTA

Bibiana Beretta é mulher, mãe, eterna estudante, apaixonada pelas sutilezas da vida e por toda forma de arte. Graduada em Arquitetura e Urbanismo e Mestra em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade, a Arquitetura foi uma escolha para viver aquilo que me encanta. Um tanto virginiana, sou perfeccionista, crítica e exigente, principalmente comigo mesma, mergulhando em tudo que faço com muita intensidade, paixão e sensibilidade.

Integro este grupo de pesquisa como uma forma de poder aprofundar minhas e nossas buscas por uma arquitetura com mais sentido, com mais alma, em relação com os diversos modos de existência e com a paisagem, cenários e contextos que tecemos por nossos devires e tramas. Comecei a perceber assim os espaços que habito, que imagino e que desenho desde que fui apresentada ao “Thinking architecture” de Peter Zumthor, durante minha graduação na UFRGS.

Desde então me envolvi em partidos projetuais profundos que faziam vibrar os meus projetos e, principalmente, a minha vontade de projetar. Em meio a maternidade, que me ensinou a perceber o mundo de outra forma, evoluí nos estudos sobre a cidade, como uma forma de ampliar o alcance daquilo que tanto me dedicava, gerando meu TCC como um “colar de pérolas” que planejava um sistema de espaços livres e públicos em um lugar especialmente natural no sul da Ilha de Santa Catarina.

Seguindo essa lógica, desenvolvi minha dissertação na UFSC sobre as percepções de cidade e natureza envolvendo um planejamento urbano sustentável específico, de origem francesa, denominado Trama verde e azul. Atualmente sigo com as pesquisas teóricas e intelectuais na vida prática do mercado de trabalho do arquiteto e urbanista, tentando encontrar o equilíbrio entre todas as antinomias que vivemos: arte e técnica, cidade e natureza, teoria e prática, etc… Eis o desafio.


CARINE NATH

Qual o impacto da arquitetura na nossa vida? Essa é a pergunta que move toda a minha busca profissional. Sou arquiteta desde que me recordo (oficialmente no ano de 2002) e mestre em arquitetura desde 2009, formada pela UFSC. Iniciei buscando compreender a relação indivíduo-ambiente através de conhecimentos em diversas áreas: conforto ambiental, psicologia ambiental, bioconstrução, arquitetura sustentável, domoterapia e arquitetura ambiental chinesa (Feng Shui).

A partir de 2015 iniciei a carreira acadêmica como professora das disciplinas de conforto ambiental, paisagismo e projeto arquitetônico na Uniplac, em Lages. Na mesma universidade participei na construção do curso de Arquitetura e Urbanismo, fazendo parte do Núcleo Docente Estruturante. Nos anos 2017 e 2018 fui professora substituta de projeto arquitetônico e paisagismo na UFSC.

Acredito que a arquitetura possui requerimentos primordiais, universais e inegociáveis, que podem dar um verdadeiro suporte à vida. Meu principal campo de estudo é o do Conforto Ambiental, compreendendo conforto numa perspectiva sistêmica. Vejo o campo como instrumento de uma arquitetura que afeta de forma benéfica a vida dos habitantes e do meio onde se insere, em sinergia.

Em 2006 fundei o escritório de arquitetura Ecodhome para o desenvolvimento de projetos arquitetônicos e paisagísticos de baixo impacto ambiental e alto impacto humano e percebi o quanto as pessoas buscam respostas que vão além da temporalidade estética. Além de projetos, desenvolvi cursos e consultorias na área da construção ecológica e saudável. Em 2009, realizei o sonho de construir minha própria casa que é um protótipo da aplicação dos diversos conceitos que acredito. A casa rendeu posições finalistas em duas premiações na área da arquitetura ecológica: GreenBest e o Prêmio Planeta Casa, em 2010.


CAROLINA BINI

Meu nome é Carolina Bini e sou arquiteta e urbanista há dois anos. Tenho uma história recente com a arquitetura, mas sempre me interessei em estudar a relação entre o ser humano e o ambiente. Descobri que essa comunicação pode acontecer por meio de fenômenos no lugar, utilizando os sentidos do corpo para experienciar a arquitetura. Atualmente sou mestranda no PósARQ – UFSC e investigo a arquitetura como experiência, através das qualidades sensíveis no espaço sagrado. Autores como PALLASMAA (2011), HOLL (2006) e ZUMTHOR (2009) me conduzem.

– Mestranda no PósARQ (UFSC – 2017 em andamento)
– MBA em Gestão de Projetos (UNIASSELVI, 2018
– Especialização em Docência no Ensino Superior (UNIASSELVI, 2018)
– Graduação em Arquitetura e Urbanismo (UNIVALI, 2017)


DOUGLAS PADILHA TOMAZINI

Olá! Natural de Florianópolis/SC, sou graduando do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Apesar de trilhar um breve e recente caminho, sempre fui apaixonado por arquitetura e suas possíveis óticas acerca do mundo. Cada dia mais descubro novas nuances e pormenores, que me fazem reconstruir a certeza de minha escolha ─ sendo e fazendo, com e para pessoas, um mundo melhor.

Acho incrível observar e [tentar] entender o que me cerca, por isso me interesso muito em estudos que buscam compreender a relação indissociável entre pessoa e ambiente. Atualmente, integro o projeto de extensão “Psicologia ambiental e bem-estar nas instituições”, que objetiva avaliar e melhorar ambientes em diferentes contextos institucionais. Ao todo, são desenvolvidos três módulos do curso: o Módulo I, de caráter teórico; o Módulo II, de caráter prático e interventivo; e o Módulo III, avaliativo. Nele estou conhecendo instrumentos de pesquisa que permitem realizar melhores projetos.


EVANDRO FIORIN

Arquiteto, sempre em trânsito. Como um sismógrafo, cartografa sensibilidades projetuais.
Professor por natureza, trabalha com a percepção da paisagem, a cultura e os usos do lugar e as representações de novas espacialidades.
Busca pela inteligência sobre o espaço, pela informação nova e pelas novas possibilidades do fazer arquitetura, atenta às relações contemporâneas.

Com vários livros organizados e editados, além de pesquisas pela CAPES, CNPq e FAPESP, integra o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura da UFSC, em Santa Catarina e da UNESP, em São Paulo.


FERNANDA MACHADO DILL

Arquiteta e Urbanista pela Universidade Brasil (2018), designer de produto pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2007) e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (2016). Atualmente doutoranda do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina.

Movida pela investigação acerca das relações entre cultura e espaço, pesquiso a temática junto às comunidades indígenas do Oeste do estado de Santa Catarina.

Acredito que a pesquisa só ganha significado a partir da articulação entre teoria e pratica e encontrei lugar para discutir e materializar essas ideias nas trocas possibilitadas pela arquitetura ecopoética.


GABRIELA BASTOS DE OLIVEIRA

Olá! Sou Gabriela Bastos de Oliveira, natural de Florianópolis/SC, possuo graduação em Arquitetura e Urbanismo (Universidade do Sul de Santa Catarina, 2010) e mestrado em Arquitetura e Urbanismo (Universidade Federal de Santa Catarina, 2013). Como profissional liberal, tenho me dedicado à elaboração de projetos arquitetônicos e consultoria técnica com foco nas interações humano-ambientais, com intuito de evidenciar a qualidade de vida do homem no meio que habita.

Na atividade docente, tenho experiência no campo de conhecimento da Expressão Gráfica, História e Teoria da Arquitetura, Ateliê de Projeto Arquitetônico aplicado às áreas de Arquitetura e Engenharia; além de realizar pesquisa e extensão sobre a relação Pessoa-Ambiente, especificamente nos seguintes temas: habitabilidade, apego ao lugar, acessibilidade, ambientes de socioeducação e arquitetura escolar.


GISLAINE CAROLINA DA SILVA

Arquiteta recém formada ainda descobrindo as reentrâncias e as possibilidades que a arquitetura pode oferecer, sabendo humildemente que viver é um aprendizado contínuo onde cada pedacinho se soma contribuindo para o todo, que ainda assim é momentâneo, instável, mutável pois é acrescido constantemente à cada novo acontecimento e às experiências vivenciadas com todos aqueles que cruzam nossos caminhos.

Nesse momento venho do interior de Minas Gerais trilhar o meu caminho aqui no sul do país buscando preencher lacunas existentes sobre o modo de “fazer” arquitetura com foco em maneiras mais humanas de se conceber projetos atentos para a relação indivíduo/ambiente em comunidades intencionais.

Diante disso, o Universo se encarrega de trazer situações e oportunidades que se alinham com os anseios que me movem. É nesse sentido que agora, sou Mestranda do Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PósARQ) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e integro o grupo de Pesquisa em Arquitetura Ecopoética.


LEONARDO DE OLIVEIRA BRITO

Olá! Meu nome é Leonardo Brito, sou natural do Centro-Oeste do Brasil, Mato Grosso do Sul. Arquiteto e Urbanista, graduado pelo Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), e atualmente mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (PósARQ), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Curioso e observador de nascença, desde o início da vida acadêmica e profissional, realizo atividades em ateliê de arquitetura e urbanismo, adquirindo experiência na gestão e assessoria de projetos para construções residenciais, comerciais e institucionais. Nesse sentido, meu interesse é pela constante qualificação da área em suas diferentes escalas, abrangendo elaborações teóricas, metodológicas e práticas sobre o processo de projeto.


MAÍRA LONGHINOTTI FELIPPE

Sou Arquiteta e Urbanista (Universidade Federal de Santa Catarina, 2001), tenho um mestrado em Psicologia (Universidade Federal de Santa Catarina, 2010) e um doutorado em Tecnologia da Arquitetura (Università degli Studi di Ferrara, Itália, 2015). Fui pesquisadora visitante (2015) no HELIX Centre (Londres – UK, Imperial College London/Royal College of Arts), pesquisadora de pós-doutorado (2016-2018) no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e professora substituta (2017-2018) no Departamento de Expressão Gráfica da mesma instituição. Atualmente, sou pós-doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC, na área de concentração Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.

Desde 2008, realizo estudos no campo da Psicologia Ambiental, para compreender certos aspectos psicológicos envolvidos na relação que as pessoas estabelecem com os seus ambientes. Investiguei, por exemplo, as características físicas e psicossociais do ambiente da escola associadas ao comportamento de cuidado para com a edificação escolar.  Mais recentemente, dediquei-me a identificar atributos físicos e significados ambientais relacionados ao processo de restauração a partir da condição de estresse em quartos pediátricos de internação hospitalar. Atualmente, busco promover o desenvolvimento de ambientes urbanos restauradores a partir dos conhecimentos produzidos no campo dos estudos das relações pessoa-ambiente, em particular, os estudos sobre ambientes verdes da cidade. Em paralelo, realizo atividades de extensão com o objetivo de promover o bem-estar em contextos institucionais e urbanos por meio de ações de design social participativo.

Sou membro do Grupo de Trabalho de Psicologia Ambiental da ANPEPP (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia), onde participei da comissão para a fundação da ABRAPA (Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente), tendo sido eleita para compor o quadro da primeira diretoria da associação (2018-2021). Integro a equipe do Laborátorio de Psicologia Ambiental – LAPAM (Departamento de Psicologia, UFSC) e o Grupo de Pesquisa em Ecopoética (Departamento de Arquitetura e Urbanismo, UFSC).


MARIANA SOARES

Sou formada em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Fiz mestrado no programa PósArq da Universidade Federal de Santa Catarina, durante o qual tive a oportunidade de ser bolsista de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial do CNPQ. Ao finalizar o mestrado tive experiência com a carreira docente, como professora substituta na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e efetiva na Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), lecionando disciplinas de projeto e urbanismo nas duas instituições.

Em 2017, finalizei meu doutorado no programa PósArq da Universidade Federal de Santa Catarina, tendo como campo de estudo a relação entre a configuração de espaços urbanos e a prevenção do crime. Atualmente trabalho como arquiteta e urbanista na coordenadoria de planejamento do espaço físico da UFSC, elaborando estudos de planejamento urbano para os campi e unidades da instituição.


NATALIA NAKADOMARI BULA

Sou muito observadora, me interesso por (quase) tudo ao meu redor e acredito que nada é irrelevante ou acontece por acaso, tudo tem o seu papel no mundo.

Sou aficionada pela complexidade da vida e da consciência humana, amo aprender e aprendi com a docência o prazer de acompanhar o aprendizado do outro.

Sou introspectiva, mas ao mesmo tempo gosto muito de conversar para compreender o ponto de vista do outro, refletir, evoluir. Apesar de ter meus rituais diários sou muito adaptável, me reconstruo a cada dia.

Minha jornada na arquitetura iniciou na Universidade Estadual de Londrina – UEL, onde me graduei em 2010. Me especializei em Fotografia: práxis e discurso fotográfico pela mesma universidade em 2011, e em seguida fui cursar a especialização em Medio ambiente visual e iluminación eficiente – MAVILE, na Universidade Nacional de Tucumán – UNT, na Argentina.

Entre 2013 e 2015 realizei o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – PósARQ da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, e entre 2017 e 2018 fui em busca das bases do conhecimento humano, cursando algumas disciplinas na graduação em Filosofia da Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Erechim. Em 2019 retorno à UFSC para o doutorado e para o grupo de pesquisa em arquitetura Ecopoética.

Acredito que os espaços que habitamos têm grande impacto na nossa saúde e qualidade de vida e que por isso devem ser pensados integralmente, muito além das necessidades funcionais, mas avançando para os desejos e permitindo experiências sensoriais e estéticas a todas as pessoas.

Há 5 anos minha ocupação principal é a docência. Me dedico à pesquisa, ensino e prática de processos de projeto em arquitetura e urbanismo com ênfase nos métodos e técnicas com abordagem qualitativa e interdisciplinar, assim como suas linguagens de expressão e representação.


PATRÍCIA GRINGS

Sou arquiteta e urbanista formada pela UFSC em 2012. Já naquela época me interessava repensar a forma de habitar das grandes cidades e eu já sentia que alguma coisa deveria ser diferente, ainda que na época não soubesse o que era. Meu trabalho de conclusão de curso foi o projeto de uma casa transportável, que visava permitir que as pessoas pudessem buscar novos lugares, sem precisarem se desfazer de seus lares.

Alguns anos depois passei a focar meu interesse na relação das pessoas e da arquitetura com a natureza e a maneira como a arquitetura pode ser um meio para unir ou propiciar este encontro entre as pessoas e a natureza, tão escasso nos grandes centros.

Não tenho neste momento nenhum vínculo acadêmico que me mantenha fazendo pesquisa, mas por interesse pessoal me dedico à leitura e pesquisa em torno desta temática.

No campo profissional, trabalho como arquiteta desde a conclusão da minha graduação e em meus projetos sempre busco levar às pessoas um pouco do que acredito, com relação à natureza e seus elementos.


ROSA MARIA GARAY MARIMON

Sou formada em Arquitetura e Urbanismo e em Educação Artística habilitação Desenho, apaixonada pela natureza e suas formas, sempre busquei nos meus projetos a integração da construção com o seu lugar, fazendo obras de arquitetura com aproveitamento da luz natural, buscando o conforto térmico sem abrir mão da boa qualidade construtiva, com o uso racional dos materiais e o máximo de aproveitamento sustentável

Com o foco no natural o estudo dos índios Guaranis foi algo surpreendente, um povo hoje um tanto perdido pela proximidade das cidades e centros urbanos, ainda consegue uma ligação a Terra muito forte e emocionante, que nos mostra a força e o quanto perdemos por nos distanciarmos de nossas raízes.

A busca que faço é esta constante integração da arquitetura ecológica, sem significar um retrocesso tecnológico, ao contrário, as novas tecnologias devem ser aliadas aos novos abrigos que deverão ser cada vez mais integrados ao lugar, a natureza sem destruí-la. Devemos como os índios respeita-la e ama-la como a nossa mãe da vida!

As obras de arte que faço são consequência do aproveitamento dos materiais buscando a harmonia, beleza e sintonia com a natureza, com o sustentável e confortável.

CONFORTO DO CORPO E DA ALMA

A vida só é saudável com fé, luz, bem estar com nossa energia em sintonia com a natureza.


VANESSA MENDES ARGENTA

Comprometida com o bem comum, busco através do meu trabalho fazer ambientes que gerem contentamento e satisfação nas pessoas.
Sou Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFSC (2004), Especialista em Projetos Sustentáveis pela FURB (2010), e Mestranda em Arquitetura e Urbanismo pela UFSC. Arquiteta e Urbanista do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia da UFSC desde 2008, sendo Diretora do setor de 2016 a 2018, quando busquei implementar melhorias no processo projetual e de planejamento da UFSC. Na arte, sou dançarina de flamenco, fotógrafa e pintora.

Desde a faculdade me interessei pela arquitetura orgânica, pela poética dos espaços e suas formas de apropriação. Quando trabalhei na comunidade da Praia do Forte, como estagiária do IPHAN, aprendi uma outra dimensão do patrimônio histórico, que extrapolava os prédios “oficiais”, militares ou religiosos, e vi que o afeto da comunidade ao espaço construído do bairro estava na casa da antiga professora, na casa da vizinha que fazia renda, na antiga venda, no barraco do pescador mais experiente. Esse ensinamento me ajudou a ver novas dimensões do espaço construído, que vão além da forma e função.


Na UFSC tive contato com a Psicologia Ambiental, através da Prof.ª Ariane Kuhnen, e a partir daí sempre busquei trazer essa abordagem aos meus projetos e a meu modo de trabalho. Com o intuito de buscar a melhoria do espaço construído da UFSC, em 2015 iniciei estudos sobre avaliação de ambientes universitários, com foco na APO. Com o curso de Psicologia Ambiental nas Instituições em 2018 e 2019, retomei os estudos sobre o tema e aos poucos mudei para uma visão mais holística e focada nas pessoas, e menos no ambiente, pesquisa que hoje está em andamento.


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